28 julho 2010

Aquecimento das águas

Aquecimento das águas é uma das causas de doenças em corais da costa brasileira

27 julho 2010

Resíduos Industriais

EXCLUSIVO: Bactérias podem retirar minérios de resíduos industriais, reduzindo impactos ambientais

22 abril 2010

Construções verdes conquistam cada vez mais espaço

Data:06/04/2010 - Autor: Fernanda B. Muller - Fonte: CarbonoBrasil

Programa federal nos Estados Unidos ajudou o setor a crescer 40% em 2009, já o Brasil pode ter seu boom de Green Buildings nos próximos anos devido aos investimentos para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas do Rio de Janeiro.

Desde 1992, os Estados Unidos promovem o programa Energy Star, que envolve estratégias de gerenciamento energético que incentivam a economia ao recompensar melhorias nas construções. Porém foi em 2009 que o programa deslanchou, com cerca de nove mil edifícios conquistando o direito de utilizar a etiqueta Energy Star ao redor do país em comparação ao pouco mais de seis mil em 2008, um aumento de 40%.

Nesta semana, a Agência de Proteção Ambiental (EPA, em inglês) dos Estados Unidos publicou um ranking classificando 25 cidades de acordo a implantação do Programa Energy Star para edifícios comerciais. Entre eles estão hospitais, escolas, escritórios, lojas e até mesmo supermercados.

Los Angeles foi apontada pela EPA como a líder norte-americana em Green Buildings apresentando 293 novos edifícios Energy Star em 2009, bem a frente da segunda colocada Washington com 203 e da terceira San Francisco com 173. A cidade de Nova Iorque ficou em décimo lugar com 90 edifícios.

A EPA diz que o programa Energy Star contribui anualmente para a economia de US$ 1,6 bilhões em contas de energia e evita emissões de gases do efeito estufa equivalentes a mais de 1 milhão de residências.

O Energy Star engloba apenas um dos diversos atributos que podem ser explorados dentro do conceito de Green Building, a eficiência energética. A qualidade do ar interno e o gerenciamento dos recursos também são componentes essenciais do conceito, assim como a redução da necessidade de aquecimento e resfriamento de ambientes, maior conforto e durabilidade e menor custo de manutenção.

A ONG Green Building Council no Brasil optou por disseminar no mercado o sistema norte-americano de certificação LEED® (Leadership in Energy and Environmental Design®) que está sendo adaptado a realidade brasileira e teve a sua primeira versão lançada este mês.

Copa Verde

O Brasil tem tudo para se destacar no setor das construções verdes. Uma grande iniciativa está em andamento e poderá resultar na maior ação coordenada de Green Building já feita globalmente (veja vídeo).

continuar vendo a matéria acessar: http://www.carbonobrasil.com/#reportagens_carbonobrasil/noticia=724873

26 março 2010

Aquecimento global afetará fortemente a América Latina, diz Banco Mundial

Data: 26/03/2010
Fonte: www.ambientabrasil.com.br

O aquecimento global pode provocar a drástica extinção da floresta amazônica e uma escassez de água que afetará 77 milhões de pessoas na América Latina e Caribe em 2020, segundo um relatório do Banco Mundial apresentado nesta quinta-feira em Lima.
O relatório "Desenvolvimento Mundial 2010: Desenvolvimento e Mudança Climática" adverte que os ecossistemas mais importantes estão sendo ameaçados nas nações latino-americanas e caribenhas.
O Bird destaca que ninguém está imune aos efeitos das variações do clima, mas que os países em desenvolvimento serão mais vulneráveis. Segundo as estimativas, esses países deverão arcar com de 75% a 80% dos custos causados pelos danos provocados pelo fenômeno.
Para os países dessa região, as mudanças climáticas representam "a ameaça de multiplicar as vulnerabilidades, destruindo os progressos conseguidos com tanto esforço e prejudicando fortemente as perspectivas de desenvolvimento".
Diante desse fenômeno, o Bird declarou que o problema das mudanças climáticas deve ser encarado com urgência e que não poderá ser resolvido se os países não cooperarem em escala mundial para melhorar a eficiência energética, desenvolver tecnologias limpas e ampliar os mecanismos que permitam absorver os gases de efeito estufa para proteger o meio ambiente.
A instituição adverte que os países desenvolvidos devem liderar esses esforços e reduzir abruptamente suas próprias emissões em até 80% até 2050, assim como colocar no mercado novas tecnologias e ajudar a financiar a transição dos países em desenvolvimento rumo à energia limpa.
"O impacto mais desastroso poderá ser a extinção dramática da floresta amazônica e a transformação dessa área em grandes extensões de savana, com graves consequências para o clima da região, e talvez do mundo", informa o documento apresentado pelo colombiano Felipe Jaramillo, diretor regional do BM para Equador, Bolívia, Peru e Venezuela.
O relatório prevê também "o desaparecimento dos Andes, o que modificaria a quantidade de água à disposição de diversos países e provocaria falta d'água a pelo menos 77 milhões de pessoas em 2020".
Para o Banco Mundial, isso representa também uma ameaça para a energia hidrelétrica, fonte de eletricidade dominante em muitos países da América do Sul.
"O aquecimento e a maior acidez dos oceanos podem causar a extinção progressiva dos arrecifes do Caribe, que abrigam aproximadamente 65% das espécies de peixes da bacia", afirma o Bird.
Esses corais, completa, oferecem proteção natural frente às tormentas marítimas e são fundamentais para o turismo.
As mudanças climáticas também provocarão danos no Golfo do México, o que tornará essa costa mais "vulnerável a furacões mais fortes e mais frequentes", completa o estudo.
O órgão multilateral informa que à medida que o planeta esquenta, há mudanças no calendário das chuvas e se multiplicam os episódios extremos, como as secas, inundações e incêndios florestais. (Fonte: G1)

28 setembro 2009

Aquecimento Global

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